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quinta-feira, 2 de julho de 2015

SINDROME DO TORNIQUETE DO CABELO

O que é ?
Achei importante chamar a atenção para este problema que pode acontecer sem nos darmos conta.
Um fio de cabelo pode trazer mais perigos à saúde do seu bebê do que você imagina. Quando ele se prende e se enrola a alguma parte do corpo da criança, especialmente nos dedos dos pés, pode causar a “síndrome do torniquete de cabelo”. O problema acontece porque o fio acaba impedindo a circulação de sangue no local.
Caso não seja percebido logo pelos pais, o membro pode até ser amputado, por isso, é preciso estar atento. Uma dica valiosa é verificar os pés e as mãos do bebê sempre que ele estiver usando meias, luvas, calças e macacões, pois pode haver algum fio de cabelo preso ou uma linha na peça. Preste atenção aos sinais de dor que seu filho dá, como um choro aparentemente sem motivo. Se você notar uma extremidade inchada, que está ficando roxa, cheque imediatamente se não há nada enrolado ao corpo do bebê.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

COMO SABER SE ESTÁ GRÁVIDA

Teve relações sexuais desprotegidas e agora está cheia de dúvidas quanto a possibilidade de ter engravidado?
O que fazer agora?
Como saber se você está grávida?
Quanto tempo esperar para fazer um teste de gravidez?
Neste artigo vamos explicar como deve proceder toda mulher que desconfia estar grávida.


Como saber se eu estou grávida?

Classicamente o diagnóstico de gravidez pode ser feito de duas maneiras:
Dosagem sanguínea ou urinária da hormona hCG (Beta-hCG), o teste de sangue é o mais fiável.
Ecografia do útero.
Qualquer outro método diagnóstico que não os dois acima não pode ser considerado adequado.

O que é o hCG?

O hCG, também chamado de gonadotrofina coriônica humana, é um hormônio que começa a ser produzido assim que o embrião implanta-se no útero. Conforme a gravidez avança, níveis cada vez maiores de hCG vão sendo produzidos e lançados na circulação sanguínea da mãe, o que permite a sua detecção através de exames de sangue ou urina . O Beta-hCG é uma fração da molécula hCG que também pode ser usada para doseamento. Tanto o hCG quanto o Beta-hCG podem ser usados para o diagnóstico de gravidez.
O hCG só começa a ser produzido quando o embrião se implanta no útero. Como o óvulo é fecundado nas trompas, ele ainda precisa viajar até o útero para que a gravidez realmente se estabeleça. Essa viagem dura em média 7 dias. E mesmo depois da implantação é preciso esperar mais alguns dias para que a quantidade de hCG produzida seja suficiente para ser detectada através de exames.

O teste de gravidez de farmácia é confiável?
Sim, principalmente se feito com mais de um dia de atraso menstrual

PRIMEIRIOS SINTOMAS DE GRAVIDEZ

Os primeiros sinais e sintomas da gravidez surgem geralmente três semanas após a fecundação. Porém, em alguns casos, a gravidez já mostra sinais tão cedo quanto o sexto dia após a concepção. Portanto, apesar de não ser o mais habitual, é perfeitamente possível a mulher já apresentar sintomas de gravidez nos primeiros dias de gestação. Neste texto vamos abordar os 20 mais comuns sintomas de gravidez nas primeiras semanas ou meses de gestação.


São eles:
Sangramento vaginal.
Cólicas ou dor abdominal.
Atraso menstrual.
Aumento dos seios e dor nas mamas.
Alterações na aparência dos seios.
Náuseas e vômitos.
Constipação intestinal.
Inchaço abdominal.
Cansaço.
Aumento da frequência urinária.
Desejos alimentares.
Alteração do paladar.
Alterações do olfato.
Aumento dos gases.
Tonturas.
Variações do humor.
Dor de cabeça.
Dor lombar.
Acne.
Corrimento vaginal.

É importante salientar que os sinais e sintomas de gravidez não são os mesmos para todas as mulheres. Além disso, uma mesma mãe pode ter sintomas completamente diferentes entre duas gravidezes distintas. Os sinais de gestação também podem variar em sua intensidade, frequência e duração.Tenha em mente que muitos dos sintomas precoces da gestação podem parecer semelhantes aos desconfortos pré-menstruais que você está habituada. As mulheres que não estão a tentar engravidar não ficam muito atentas aos sinais do seu corpo, e os primeiros sintomas da gravidez podem passar despercebidos, sendo confundidos com os sinais de uma menstruação a caminho.

terça-feira, 30 de junho de 2015

RIVALIDADES ENTRE IRMÃOS

Um novo bebé: rivalidade entre irmãos


O ciúme da criança relativamente a irmãos quando os pais desviam a sua atenção para interagir com elas é chamada de rivalidade entre irmãos e é mais evidente no primeiro filho que experimenta esta nova situação ou em crianças mais novas.
A forma como a criança mostra o ciúme é complicada. Algumas intencionalmente batem no bebé, empurram-no para o colo da mãe, mordem ou retiram-lhe o biberão. Outras podem ter demonstrações impercetíveis desejando que o bebé desapareça ou ter comportamentos de regressão.
A regressão é comum na criança entre 1 a 3 anos e representa a necessidade de voltar a formas antigas de comportamento tais como recusar-se a usar o “pote”, pedir o biberão, perder habilidades motoras, linguísticas ou cognitivas já adquiridas.
No início a regressão pode ser um comportamento aceitável e confortável para a criança, mas a perda de algumas competências que já tinham sido adquiridas é assustadora e ameaçadora para os cuidadores. É normal que os pais fiquem preocupados com o comportamento regressivo e normalmente os seus esforços para lidar com a regressão potenciam esse comportamento na criança.
Nestas situações o melhor comportamento é ignorar a regressão e elogiar a criança pelo comportamento quando adequado. É aconselhável não tentar novas áreas de aprendizagem em plena crise.
De facto, um novo irmão em casa é stressante para a criança e ela ressente-se, já que o foco da atenção dos pais não é apenas ela, por isso esta deve ser preparada com antecedência e realismo de forma a minimizar a rivalidade entre irmãos.

Ficam alguns conselhos para melhorar uma relação entre irmãos:
1º Valorizar e elogiar o filho mais velho, quando o mais novo, devido à sua idade, necessita maior atenção;
2º Promover, ao longo do crescimento dos filhos, espaços de convívio e atividades conjuntas que irão reforçar a relação entre irmãos, com amizade e cooperação;
3º Valorizar a diferença entre os irmãos para que as crianças se sintam bem com as suas características;
4º Não tomar partido nas divergências entre irmãos;
5º Incentivar os filhos a procurar estratégias de resolução dos conflitos;
6º Se uma rivalidade está a ser excessiva, os pais devem definir os limites e intervir como mediadores, promovendo a partilha de pontos de vista e emoções;
7º Não fazer comparações entre irmãos.

Apesar de ser uma situação muito stressante e de desespero para alguns pais e se as sugestões acima apresentadas surtirem pouco efeito, pense que a literatura revela que a maioria dos filhos acabam sempre por agradecer aos pais o facto de lhe terem dado um irmão.

FICA A DICA

segunda-feira, 29 de junho de 2015

PLACENTA


Placenta
A placenta é o elo principal entre a mãe e o bebé que se está a desenvolver no seu útero. É um órgão produtor de hormonas, sendo através dela que os nutrientes e o oxigénio chegam até o feto e são eliminadas as excreções. É um órgão que promove a interação entre os dois organismos e que está destinado a ser eliminado no final da gestação.

A placenta fica ligada à parede interior do útero, e a partir dela saem membranas que formam o saco gestacional, conhecido com bolsa de água, que é preenchido com líquido, chamado líquido amniótico, no interior do qual se desenvolve o embrião.

sábado, 27 de junho de 2015

MEDICAÇÃO NA GRAVIDEZ


Posso tomar medicamentos enquanto estou grávida?

Existem medicamentos seguros para uso na gravidez mas outros podem prejudicar o feto, por isso tenha atenção e evite automedicar-se, ainda que seja “apenas uma constipação”. Antes de tomar qualquer medicamento pergunte ao seu médico se é seguro.

Se já tomava algum medicamento de uso contínuo ou controlado antes de engravidar, informe o seu médico, só ele saberá se pode parar o tratamento, se deve continuar ou mudar de medicamento.

Sempre que tiver febre deve ser avaliada por um médico o quanto antes.Em casos de febre, poderá tomar paracetamol. Não deve utilizar medicamentos que tenham na sua composição ácido acetil salicílico (AAS) nem dipirona!Existem ainda alguns medicamentos que, apesar de poderem prejudicar o feto, são muito importantes para sua saúde. Nesse caso deve pesar-se o risco e o benefício, sempre contando com a opinião do seu médico, pois é ele quem melhor a pode aconselhar.

AMAMENTAR QUANDO SE ESTÁ DOENTE


Amamentar enquanto está doente

O leite materno é constituído por vitaminas, enzimas, minerais e imunoglobulinas, tendo como função não só alimentar, mas também proteger o bebé. Por este motivo, a Organização Mundial de saúde aconselha o aleitamento exclusivo até aos 6 meses e prolongá-lo até aos 2 anos complementado com outros alimentos, como já foi sendo esclarecido na Rede Mãe.
No entanto, uma das questões que costuma causar confusão é se a mãe pode continuar a amamentar se adoecer durante este período.
Salvo raras excepções, a amamentação está indicada mesmo que a mãe adoeça. São poucas as doenças maternas em que se aconselha a interrupção do aleitamento materno, permanente ou temporária.
No caso das doenças de carácter infeccioso o momento da apresentação dos sintomas nem sempre é o momento do aparecimento da doença o que pode significar que a mãe já terá passado a doença para o seu bebé. Mas, se estiver a ser amamentado, mesmo que o bebé fique doente, parece que quando a mãe mantém o aleitamento, a sintomatologia fica atenuada, aumentando ao mesmo tempo a proteção do bebé.

Falemos de alguns exemplos mais comuns:

Mastite
Trata-se de um processo inflamatório da mama que pode ou não ser de natureza infecciosa que pode provocar febre, dor e seio quente.
Neste caso, o leite deve ser retirado por meio da amamentação e se houver excesso de leite após as mamadas deve promover-se o esvaziamento manual. Se não se resolver a sintomatologia com analgésicos adequados deve procurar-se o médico porque pode ser necessária a utilização de antibióticos.

Herpes Simples
Não deve haver interrupção da amamentação. Excepto quando o seio tiver algumas lesões à superfície da pele; nesse caso deve evitar oferecer esse lado do seio.
O cuidado essencial tem a ver com o contacto das vesículas. Devem tapar-se as vesículas, lavar bem as mãos e evitar o contato próximo com o bebé.


Tuberculose
A transmissão da doença acontece através das vias respiratórias. O Bacilo de Koch (bacilo da Tuberculose) é excretado pelo leite materno, muito excepcionalmente.
Assim, o contato próximo deve ser reduzido, sendo necessário o uso de máscara (cobrindo o nariz e a boca) e lavar muito bem as mãos.
Nas formas de Tuberculose não pulmonar não está conta-indicado o aleitamento materno, nem quando a mãe está a fazer medicação; uma vez que a farmacologia mais comum, nos dias de hoje, parece não afetar a qualidade do leite. No entanto, está indicado o acompanhamento próximo do bebé, de forma a detetar-se precocemente qualquer efeito adverso da medicação.

Varicela
Esta doença transmite-se, sobretudo, pela via respiratória e pelo contacto direto com as vesículas na pele. No entanto, também pode transmitir-se pelo leite materno e através da placenta.
Assim, quando a grávida apresenta varicela até cinco dias antes ou dois dias após o parto pode contagiar o bebé na sua forma grave. Por isso, a amamentação, se for este o caso, deve ser interrompida temporariamente até que as lesões evoluam para a fase de “crosta”.
A mãe deve ser isolada até atingir essa fase, deve ser administrada, o mais precocemente possível, imunoglobulina específica contra a varicela ao bebé e deve ficar em observação durante 21 dias.
O leite pode ser extraído mecanicamente para alimentar o bebé.
Se ocorrer há mais de 5 dias antes do parto ou 3 dias após o parto, a mãe pode transferir anticorpos para o bebé e pode amamentá-lo normalmente, tomando os devidos cuidados na lavagem das mãos, usando máscara e tapar as lesões.

Sarampo
É uma doença muito contagiosa através de secreções respiratórias, alguns dias antes e durante o período da doença.
Quando diagnosticada a doença na mãe está indicado o uso de imunoglobulina no bebé e o isolamento da mãe até 72 horas após o início de erupção cutânea.
Porque o aleitamento materno não está contraindicado, o bebé pode ser alimentado com o leite que é retirado mecanicamente da mãe.

Hepatite
Os vírus da hepatita A, B e C podem ser transmitidos para o bebé durante a gravidez, parto ou pós-parto.
O vírus da hepatite A pode ser excretado no leite humano na fase aguda da doença. Assim, a todos os bebés deve ser administrada a imunoglobulina anti-A.
O vírus da hepatite B transmite-se pelo contacto com sangue e secreções genitais. A maior probabilidade de contágio da doença acontece durante o trabalho de parto e parto. O bebé deve ser imediatamente limpo de qualquer vestígio de sangue ou secreções. É administrada, nas primeiras 12 horas, uma dose de imunoglobulina específica contra a hepatite B e até ao 7º dia de vida, a primeira dose de vacina da hepatite B. Após um mês administrar a segunda e a terceira dose no sexto mês de vida.
Se a hepatite for diagnosticada durante a lactação, o bebé deve continuar a ser amamentado e devem ser feitos testes laboratoriais, embora o bebé já tenha sido vacinado à nascença. Se o resultado for positivo deve ser revacinado.
A amamentação também está recomendada nas mães portadoras de hepatite C e preconiza-se a prevenção de fissuras mamilares porque ainda não está determinado se o contacto do bebé com o sangue e com o leite pode favorecer a transmissão.

HIV / Sida
Esta sim é uma situação que impede a amamentação. Há estudos que indicam que 65% dos casos de transmissão do HIV ocorrem durante o trabalho de parto e no parto. Os restantes 35 ocorrerão dentro do útero, principalmente nas últimas semanas, e, depois, por aleitamento materno.
O recém-nascido é contaminado através da mucosa nasofaríngea e gastrointestinal. A transmissão do vírus ocorre em qualquer fase mas a carga viral é mais elevada no colostro e no leite inicial. Estão ainda a ser feitos estudos para conhecer com rigor o papel das células do leite materno na infeção pelo HIV.
Em resumo, a amamentação não só é possível como desejável na esmagadora maioria das doenças maternas de origem infecciosa. Nos casos em que a amamentação tenha que ser interrompida pode manter-se a alimentação do bebé com leite materno após extração manual.
Nos casos em que, de todo, não pode usar-se, temporariamente, o leite materno este deve ser desprezado. Deverá, em qualquer caso de dúvida, recorrer-se a um profissional de saúde para esclarecimento de condutas adequadas.

MASTITE


Mastite, sintomas e tratamentos
A dor nos seios durante a amamentação pode ser causada pela mastite e é comum a muitas mulheres no início da amamentação.

Saiba quais são os sintomas da mastite, as causas e o tratamento, em mais um artigo sobre a saúde dos seios




Mastite, o que é
É uma inflamação da glândula mamária comum nas primeiras semanas após o parto. O aparecimento da mastite é muito comum entre as mulheres que amamentam.
Mastite, sintomas
Inchaço,
vermelhidão,
dor

Os sintomas da mastite instalam-se numa das mamas, quase sempre nas primeiras semanas após o parto. É uma inflamação da glândula mamária, que tanto pode ser infecciosa como devido ao entupimento dos ductos mamários (os canais por onde passa o leite).
Os sintomas da mastite tendem a aparecer em apenas uma das mamas, raramente em ambas. Ao inchaço e à dor podem juntar-se a febre e um mal-estar geral, que em nada contribuem para a tranquilidade desejada no momento de amamentar o bebê.
Um desconforto que, aliado ao receio de passar a infecção para o bebê, pode levar a mulher a desistir precocemente de amamentar.Todavia, não há razões médicas que o justifiquem. Não há risco de o bebê ficar infectado e o mais que pode acontecer é que o leite tenha um sabor diferente.
Mastite infecciosa
Na mastite infecciosa, as bactérias ‒ existentes na pele da mulher ou na boca do bebé‒ penetram na glândula mamária através de uma lesão na pele da mama ou através da abertura dos ductos mamários, no mamilo. Uma vez nos tecidos internos da mama, as bactérias multiplicam-se, causando dor, vermelhidão e inchaço e obstruindo a passagem do leite.


Mastite por entupimento do canal do leite
Pode acontecer também que a doença não tenha origem infecciosa, sendo a inflamação consequência do acumular de leite nos ductos, por insuficiente esvaziamento da mama.

CONSULTAS DE PÉ-NATAL

Importância das consultas de pré-natal


As consultas de pré-natal são consultas de acompanhamento da gravidez e de preparação para o parto, nas quais são feitos exames clínicos e laboratoriais que permitem avaliar o estado de saúde da mãe e do bebé, ao longo da gravidez. É muito importante realizar estas consultas para ter uma gravidez saudável e evitar complicações para si e para o seu bebé.
Para a gravidez de baixo risco, o Ministério da Saúde recomenda que se realize uma primeira consulta no seu Centro de Saúde, e posteriormente deve seguir as indicações do médico quanto às consultas seguintes.

Ser-lhe-á facultado um pequeno livro – Boletim de Saúde da Grávida – para registo da informação sobre a sua gravidez, que deve andar sempre consigo, quer para as consultas quer no seu dia a dia.

Se a gestação for considerada de alto risco as consultas devem ser mais frequentes, sendo o intervalo definido pelo profissional de saúde de acordo com o fator de risco identificado e a condição da gestante no momento.

Durante as consultas o profissional de saúde vai:
avaliar a sua saúde;
pedir os exames necessários;
acompanhar a evolução da gravidez e o estado de saúde do bebé;
prescrever os cuidados e tratamentos adequados.

Se forem identificadas complicações, com o acompanhamento adequado é possível minimizar os efeitos na mãe e no bebé.

É importante não faltar a nenhuma consulta de pré-natal e aproveitá-las para tirar todas as dúvidas que forem surgindo durante a gravidez, bem como informar sempre ao médico ou enfermeiro os sintomas e queixas que sentir.

sábado, 20 de junho de 2015

ABONO DE FAMILIA PRÉ NATAL

O QUE É?
 É uma prestação atribuída à mulher grávida a partir da 13.ª semana de gestação, que visa incentivar a maternidade através da compensação dos encargos acrescidos durante o período de gravidez.
Poderá ter mais informações  aqui.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

POUPE NAS FRALDAS

Nós pais valorizamos o bem estar dos nossos filhos e por isso procuramos o melhor para eles,mas muitas vezes cometemos o erro de pensar que algumas coisas que os bebés usam tem de ser de marca por serem melhores,por esse motivo houve um estudo realizado pela Deco Proteste que nos mostra que as marcas mais baratas também podem ser boas.
Neste  momento a Deco está a promover uma iniciativa que visa reunir o maior número possível de interessados em comprar fraldas para assim poderem negociar preços com os hipermercados. Se estiveres interessada/o em fazer parte desta iniciativa inscreve-te aqui.